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Bancários do MA defendem greve geral e definem reivindicações

Assembleia aprovou no sábado (12/08) calendário de mobilização com indicativo de greve para o dia 14/09.

14/08/2017 às 08:36
Ascom/SEEB-MA
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Os bancários maranhenses decidiram em Assembleia Geral realizada no sábado (12/08), na sede do SEEB-MA, em São Luís, fazer um chamado a todos os sindicatos dos bancários e às centrais sindicais do país a fim de construírem, juntos, um calendário de lutas com indicativo de greve para o dia 14 de setembro.

GREVE GERAL, SIM!
Para o presidente do SEEB-MA, Eloy Natan, somente uma paralisação nacional da categoria e, sobretudo, da classe trabalhadora poderá barrar os ataques da Reforma Trabalhista, as demissões e as reestruturações nos bancos. “É necessário que avancemos para uma greve geral, nacional e unificada. Por isso, definimos o indicativo de greve para o dia 14 de setembro, data já escolhida pelos metalúrgicos para um Dia de Lutas e Paralisações, que deverá contar com a adesão dos petroleiros, dos trabalhadores dos Correios e do funcionalismo público em geral. Só assim, impediremos o avanço da terceirização e dessa reforma nefasta aprovada pelo Governo Temer” – afirmou.

POR UM ACORDO ADITIVO!
Durante a Assembleia, o presidente do SEEB-MA voltou a criticar o acordo bianual, que fora firmado pelas confederações com os banqueiros e o Governo. “Esse modelo de acordo, além de reduzir o salário da categoria, pois – sequer – repõe a inflação, visou, sobretudo, dificultar as lutas em 2017, facilitando a aprovação de ataques como a Reforma Trabalhista, a Lei da Terceirização Irrestrita e, quem sabe, a Reforma da Previdência”. Para o SEEB-MA, apesar da assinatura do acordo bianual no ano passado, a categoria pode e deve aprovar um calendário de lutas, inclusive, com indicativo de greve por tempo indeterminado para reivindicar um aditivo ao acordo que garanta o emprego e barre o desmonte dos bancos públicos. Por isso, segundo Eloy Natan, é hora da Contraf-CUT e da CONTEC/UGT – representantes da grande maioria dos sindicatos de bancários do país – ajudarem a construir uma agenda concreta de mobilização que impeça a retirada de direitos. “Não vamos conseguir convencer os banqueiros e o Governo a atenderem as nossas reivindicações sem luta” – avaliou.

NOSSAS REIVINDICAÇÕES!
Em seguida, na Assembleia, os bancários maranhenses aprovaram a pauta de reivindicações que será entregue aos banqueiros, que incluirá, além do combate às terceirizações, às demissões e às reestruturações, a defesa dos planos de saúde e de previdência dos bancários da rede pública, bem como a garantia do direito à incorporação de função após 10 anos, benefício que acabou com a Reforma Trabalhista. A polêmica da Assembleia foi sobre a inclusão de um abono a ser pago para os bancários em virtude das altas taxas de lucratividade que os bancos continuam obtendo. A Assembleia – por maioria – rejeitou a proposta, defendendo que o foco desta data-base é a garantia do emprego.

DESCONTO ASSISTENCIAL
Sobre o Desconto Assistencial, a categoria aprovou o desconto de 1% sobre o salário reajustado de setembro com prazo de oposição de 10 dias (entre 11 e 20/09). O pedido de oposição será aceito nas sedes administrativas do Sindicato, em São Luís e Imperatriz, e pelo e-mail secretariageral@bancariosma.org.br. Vale ressaltar, por fim, que não será aceito pedido de oposição por procuração.
 

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