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Mesa de Negociação do Plano de Saúde

Durante a reunião foi solicitada novamente uma revisão do Convênio entre o Banco e a CASF Corretora, o que pode ajudar muito a CASF.

23/07/2015 às 16:30
AEBA
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Na última quarta-feira (22), foi realizada a terceira rodada de negociação do mês do julho entre as entidades e a Comissão de Negociação do Banco da Amazônia, o tema desta vez foi Assistência à Saúde.

Um breve histórico
Ao longo dos últimos anos, temos lutado muito pela melhoria das condições de assistência à saúde dos empregados do Banco e suas famílias. Logo que o Banco liquidou o sistema patrocinado, sua contribuição era de certa forma justa e isso fez com que a maioria dos empregados não percebesse que o fim do sistema patrocinado representava uma enorme perda.

A partir dai, porém, a participação da empresa no financiamento da assistência à saúde tem reduzido substancialmente. Essa tendência de redução se agravou a partir da gestão do Sr. Abdias que congelou a tabela de faixas de enquadramento e o reembolso. Depois de 2011, quando os empregados fizeram a Grande Greve,forçou a Diretoria a mudar de rumo.

De 2011 até hoje, temos experimentado uma leve recuperação em razão das nossas greves e mais recentemente, em razão da gestão da CASF está sendo eficiente o bastante para que os reajustes dos seus planos fiquem abaixo do patamar da ANS.

Ainda assim, estamos muito distantes de uma condição ideal – os EMPREGADOS DO BANCO DA AMAZÔNIA SÃO OS QUE MAIS GASTAM COM ASSISTÊNCIA A SAÚDE ENTRE OS BANCÁRIOS.

A mesa de negociação
Nesta reunião, a Comissão de Negociação apresentou um diagnóstico da situação, destacando o volume de despesas, de provisão, e as distorções que enxergam no Amazônia Saúde (Programa interno de reembolso dos gastos com saúde dos empregados). Por sua vez, informaram que pretendem construir propostas que contribuam para corrigir as distorções.

As entidades informaram que a principal luta dos empregados é pelo retorno do Banco a condição de patrocinador das CASF, condição perdido em 1996 e jamais reconquistado. A única proposta justa é o retorno do patrocínio, haja vista que se trata do único caso de Banco Federal que não patrocina o Plano de Saúde dos Empregados. Isso é uma grande injustiça.

Mas ressaltamos também, que não há solução para amenizar a situação se o Banco não se dispuser a aportar mais recursos para assistência à saúde. O aporte de recursos atual do Banco é muito baixo e, além disso, é mal distribuído – veja que analistas e Gerentes Executivos recebem o mesmo valor de reembolso – O banco precisa aportar mais. NÃO HÁ FORMULA MÁGICA – A SAUDE TEM UM CUSTO, SE O BANCO NÃO APORTA OS EMPREGADOS SÃO PENALIZADOS.

Solicitamos novamente uma revisão do Convênio entre o Banco e a CASF Corretora, isso poderia ajudar muito a CASF.

O Banco usa a CASF
Nesta mesa de negociação, informamos também à Comissão de Negociação que a Diretoria do Banco é mal agradecida e se aproveita das CASF sem gastar nada – pois a CASF cuida da Saúde dos Ativos e Aposentados – sem qualquer ligação jurídica com o Banco, o que o isenta de ações judiciais e outros problemas e a Diretoria do Banco sequer reconhece isso, e trata a CASF como um plano de saúde qualquer, isso é uma pena. Mas quando o Banco precisa é a CASF que eles recorrem.

É muito triste ver a Diretoria, os Dirigentes da nossa empresa, barganharem com a saúde dos empregados – como se saúde fosse um objeto de barganha, quando na verdade deveria ser prioridade – os princípios que norteiam a politica da Diretoria do Banco nessa questão são meramente financeiros , quando na verdade deveria ser o respeito à preservação da vida.

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