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DESTAQUE / BANCO DO BRASIL

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Cassi prepara presente de grego para associados

A partir de 1º de janeiro de 2019, os associados terão que pagar um percentual maior de coparticipação.

19/12/2018 às 10:31
Ascom/SEEB-MA
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A Cassi preparou um presente de grego neste fim de ano. A partir de 1º de janeiro de 2019, os associados terão que pagar um percentual maior de coparticipação em alguns procedimentos de saúde, em razão dos problemas econômicos-financeiros enfrentados pela Caixa de Assistência.

A medida, aprovada pelo Conselho Deliberativo, no dia 23 de novembro, é emergencial e tem como objetivo garantir a continuidade do atendimento aos associados até que uma solução definitiva seja aprovada e implantada, restabelecendo a sustentabilidade e o equilíbrio do plano.

Com a decisão, a partir de janeiro, nas consultas em pronto-socorro ou com hora marcada, sessões de psicoterapia, acupuntura e visitas domiciliares, o valor a ser desembolsado pelos associados subirá de 30 para 40%.

Por sua vez, a coparticipação para serviços auxiliares de diagnose e terapias, como: RPG, fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional, sem internação hospitalar, aumentará de 10 para 20%.

“Nesse caso, a coparticipação será limitada à participação mensal do associado a 1/24 da base de cálculo da contribuição devida à Cassi, como já é hoje” – afirmou o diretor do SEEB-MA, Dielson Rodrigues.

Já o conselheiro fiscal do Sindicato, Wellington Freire, criticou o aumento na coparticipação, pois além de não resolver o problema da Cassi, penalizou apenas os bancários e demais participantes do plano, sem qualquer ônus para o Banco do Brasil.

“É inadmissível que essa conta seja jogada no bolso dos associados sem que o BB, como patrocinador, desembolse um centavo para sanear a Cassi” – afirmou.

Vale ressaltar que, até o momento, todas as propostas apresentadas pelo movimento sindical em defesa dos associados foram rejeitadas pelos representantes do BB no Conselho da Caixa de Assistência.

“Na verdade, o BB não quer se responsabilizar pela Cassi nem dividir paritariamente os custos com os associados para reequilibrar o plano. O único interesse do banco é empurrar a fatura para os empregados e participantes. Porém, isso nós não vamos permitir sem luta!” – finalizou Dielson. 

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