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PLANTÃO / DIA DA MULHER NEGRA

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Dia Internacional da Mulher Negra, Latino-Americana e Caribenha

É um marco de lutas e resistência de raça e classe da mulher negra em todo o mundo.

25/07/2022 às 09:00
ASCOM/SEEB-MA
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Nesta segunda-feira, 25 de julho, é celebrado o Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha. Desde 2014, essa data é celebrada no Brasil e homenageia Tereza de Quaritê, mulher negra e líder quilombola. É um marco de lutas e resistência de raça e classe da mulher negra em todo o mundo.

Segundo a Associação Rede de Mulheres Afro-Latinas, Afro-Caribenhas e da Diáspora (Mujeres Afro), cerca de 200 milhões de pessoas são autodeclaradas afrodescendentes e vivem na América Latina e Caribe, uma média de 30% da população que tem em comum a discriminação, a violência, o desemprego e o subemprego, combinados com o racismo e machismo.

As mulheres negras também são, ainda hoje, as maiores vítimas de violência e feminicídio. Segundo o Atlas da Violência de 2021, 66% das mulheres assassinadas no Brasil em 2019 eram negras. A cada dez mulheres mortas, seis são negras. Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que produz o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, confirmam essa triste realidade.

Das 1.341 mulheres vítimas de feminicídio em 2021, 62% negras. Já nas demais mortes violentas intencionais, 70,7% são negras. Entre 2009 e 2019, enquanto o número de mulheres não negras assassinadas caiu 26,9%, o total de mulheres negras vítimas de homicídios apresentou aumento de 2%.

Os dados relacionados a estupro e estupro de vulneráveis no Brasil em 2021 apontam que, entre as vítimas, 46,9% eram mulheres brancas e 52,2% eram mulheres negras.

Por sua vez na categoria bancária, as mulheres ocupam 48,8% do total de postos de trabalho e recebem, em média, salários 21,75% menores que os dos homens, de acordo com dados da RAIS de 2018 (dados mais recentes). De acordo com dados do IBGE, mulheres negras ocupam cerca de 2,4% dos cargos de liderança no país.

Diante desses dados, que neste dia 25 de julho e em todos os dias, a luta continue contra o machismo, o racismo, o desemprego e toda forma de opressão imposta pelo capitalismo contra as mulheres. Pela construção de uma sociedade mais justa, com direitos e oportunidades para todos e todas, em especial, às mulheres latino-americanas e caribenhas! 

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