
Para os banqueiros, a fórmula é sempre a mesma. Basta o cenário econômico não favorecer o aumento de sua lucratividade no mesmo ritmo apresentado em anos anteriores para começar o "corte de custos".
Com o HSBC, um dos maiores bancos do planeta, não é diferente. Mesmo tendo lucrado U$ 16,2 bilhões (R$ 37 bilhões) no mundo em 2013, o HSBC já fechou 20 agências e dispensou mais de 140 funcionários no Brasil, somente no primeiro trimestre.
Infelizmente, a tendência é essa situação se agravar, já que o banco está transformando suas agências "convencionais" em "agências de negócios", voltadas para um público de alta renda e com menos funcionários. Além disso, a nova política de "venda responsável de produtos" está levando alguns funcionários à demissão por justa causa.
Para o Sindicato dos Bancários, esse novo perfil do HSBC é injustificável. Banco também deve ter função social, de fomento da economia. O HSBC continua lucrando alto no Brasil e não tem necessidade de demitir ninguém.
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