
Ocorreu no dia 28 de abril, em Brasília, seminário do Comando Nacional da Contraf-CUT para “discutir” a estratégia e a mobilização para a Campanha Salarial 2014. O evento reuniu diversos dirigentes sindicais bancários cutistas e teve na sua mesa de abertura a deputada federal do governo Erika Kokay (PT-DF).
No debate de conjuntura, a deputada federal e ex-presidente do SEEB-DF rasgou elogios aos governos Lula e Dilma e foi direto ao assunto eleições presidenciais. Kokay defendeu a mobilização e o empenho dos dirigentes para reeleição de Dilma Rousseff, pois, segundo a deputada, a eleição de 2014 contra os "conservadores" será "sangrenta".
Para o presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro, a campanha salarial deste ano deve levar em conta a disputa eleitoral. Para isso, estão propondo negociar antecipadamente com a Fenaban um novo modelo de PLR mais simples. Sobre outras questões de interesse da categoria, como piso salarial, perdas salariais e demissões, nada foi divulgado.
Para o SEEB-MA, a PLR tem seus limites e problemas. Primeiramente por não se tratar de verba salarial, não tem efeito para as verbas rescisórias nem para a aposentadoria. Além disso, os trabalhadores ficam submetidos às engenharias dos balanços contábeis dos bancos que criam uma série de fraudes para reduzir a parcela a que nós temos direito. É preciso sim, debater as condições de trabalho nos bancos e as perdas salariais da categoria.
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