
No dia 24 de abril, o Bradesco anunciou lucro líquido de R$ 3,47 bilhões no primeiro trimestre, 18% maior que o do mesmo período de 2013. É o maior lucro da história do banco para esse espaço de tempo.
A receita com prestação de serviços e tarifas também cresceu: 15,1% em 12 meses, atingindo R$ 6,238 bilhões. Enquanto isso, as despesas de pessoal subiram apenas 7,2%, ficando em R$ 3,279 bilhões.
Outro dado bom para o banco é que o índice de inadimplência caiu 0,6 ponto percentual nos últimos 12 meses, ficando em 3,4% ao fim do primeiro trimestre. Com esse considerável alívio, o banco pôde gastar "apenas" R$ 3,251 bilhões com provisões para créditos de liquidação duvidosa.
Apesar de todos esses bons números, o Bradesco fechou 944 empregos no trimestre em 12 meses, 3.248. Essa brutal redução de vagas piora as condições de trabalho, deixando mais bancários sobrecarregados e doentes.
Recentemente, três trabalhadores da região foram demitidos sem justa causa.
Não podemos aceitar que um banco que teve lucro de R$ 12,2 bilhões em 2013, o maior de sua história, tenha eliminado 2.896 funcionários de seus quadros. Basta!
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