
A agência de classificação de risco Moody"s melhorou o rating do Brasil de Baa3 para Baa2, "com perspectiva positiva". A mudança provocou elevação das notas de classificação de depósito em moeda estrangeira e de dívidas em moeda estrangeira de alguns bancos brasileiros.
A maioria dos ratings de depósito e de dívida permanecem com perspectiva positiva. A Moody"s também elevou os ratings de dívidas subordinadas de longo prazo em moeda estrangeira do Bradesco (agência de Cayman), Banco do Brasil (Cayman), Votorantim, Itaú Unibanco Holding, Itaú Unibanco Holding (Cayman) e Itaú Unibanco S/A (Cayman), que permanecem limitados pelo teto de dívida para o Brasil.
Apesar da perda de credibilidade após a crise de 2008, a decisão da agência de classificação foi comemorada pelo presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, para quem representa mais um reconhecimento "da consistência da política econômica ao longo dos anos".
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, também comemorou a elevação da nota. Segundo o ministro, a presidenta Dilma Rousseff demonstrou satisfação com a avaliação. A melhora, segundo a Moody"s, se deve aos "últimos ajustes da política econômica que indicam um desenvolvimento mais sustentável do cenário macroeconômico e melhoria nos indicadores fiscais de médio prazo".
O rating indica para os investidores a capacidade de o país e empresas saldarem seus compromissos financeiros. É uma garantia de que os investidores poderão tirar seu dinheiro do país com relativa segurança no caso de alguma crise.
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