
O retrato da contradição. Enquanto os funcionários do Itaú são colocados no olho da rua sem explicação, o maior banco privado do país recebe o prêmio Financial Times Sustainable Awards, que reconhece as melhores políticas e práticas de sustentabilidade do setor financeiro.
O título internacional oferecido pelo jornal inglês, no entanto, não se justifica por um simples motivo: para ser considerada sustentável, a empresa deveria ser, entre outras coisas, socialmente justa. O que não ocorre.
Desde abril que o Itaú vem promovendo uma série de demissões e cerca de 350 trabalhadores de todo o país já foram dispensados. Outro fato a ser considerado são as queixas. O setor bancário é um dos que reclamados pelos consumidores e o Itaú, claro, está na lista.
O pior é que se as demissões continuarem, a tendência é que o número de queixas aumente mais ainda, pois com o quadro reduzido de funcionários e a conseqüente sobrecarga é difícil prestar atendimento de qualidade.
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