
Sólidas e rentáveis, as organizações financeiras brasileiras devem alçar novos vôos e expandir os negócios no exterior nos próximos meses e anos. Isso por que os bancos europeus e norte-americanos pretendem se desfazer de ativos não essenciais e fortalecer o capital.
Tudo indica que o gigante do sistema financeiro nacional, o Itaú, deve ser um dos líderes de aquisições lá fora, assim como o BTG Pactual. Em seguida, surgem Bradesco BM&FBovespa, Porto Seguro e Banco do Brasil.
Embora não valorize os funcionários, o Itaú, que no começo do ano passou a ter 15% das receitas no exterior com a compra do chileno Corpbanca COB.SN, estuda as possibilidades de aquisições no México e no Peru.
No mês passado, a franquia de investimentos do Bradesco, o BBI, foi a primeira do país a coordenar uma emissão securitizada nos Estados Unidos, a da Ford. A Bram, o braço de gestão do banco, está em processo de registro de fundos em mercados europeus.
O BB, na semana passada, inaugurou uma agência na China. Enquanto pensam em aumentar os negócios, no Brasil, os funcionários, provedores dos grandes lucros, trabalham a duras penas.
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