
Por conta também da falta de política de prevenção, o Brasil amarga a quarta colocação entre os países com maior número de acidentes fatais no trabalho. A banalização das ocorrências é outro fator apontado para a incidência de casos.
Motoristas, agentes de segurança e trabalhadores da construção civil e rurais estão entre os que correm mais riscos. Se o empregado for terceirizado, a situação ainda piora. Nesse caso, a probabilidade do óbito decorrente de um acidente de trabalho é cinco vezes maior do que nos demais segmentos.
De acordo com a OIT (Organização Internacional do Trabalho), pouco mais de 321 mil perdem a vida por causa de acidentes. Além da irresponsabilidade das empresas, falta fiscalização. O número de auditores do trabalho, em 1984, não chegava a 1,5 mil. Atualmente, são menos de 3 mil. Entre 2010 e 2013, 41,9 mil organizações foram fiscalizadas. Neste ano, 111 companhias foram inspecionadas.
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