
Os bancos não têm desculpas para negar as reivindicações dos bancários. O Brasil vive um bom momento econômico e o sistema financeiro nacional está sólido e seguro. O discurso dos banqueiros de que o país está com dificuldades econômicas não cola mais.
As reservas internacionais chegam a US$ 376 bilhões, a terceira colocação mundial. A inflação está controlada, com média anual de 5,9%. Tem mais, a criação do banco do Brics (bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) rompe de forma pioneira com a hegemonia econômica das grandes potências.
As organizações financeiras são as que mais colhem os frutos do crescimento e os números confirmam. Os investimentos ampliam significativamente o consumo, e o lucro dos bancos aumenta ano após ano. Em 2013, colocaram nos cofres quase R$ 60 bilhões. O melhor resultado de todos os tempos.
Portanto, as empresas podem, sim, atender as reivindicações dos bancários, entre elas o reajuste salarial de 12,5%. Inclusive, a CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil) defende um percentual maior, de 16,5%. Índice derrotado na Conferência Nacional, no último fim de semana.
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