
O lucro líquido dos três maiores bancos privados em operação no Brasil (Itaú, Bradesco e Santander) subiu quase 31% no segundo trimestre em relação à igual período de 2013 e alcançou os R$ 9,2 bilhões.
O registro é 9,8% maior se comparado ao primeiro trimestre de 2014. Quem puxa o ritmo de crescimento nos privados são os empréstimos, que somaram R$ 969,9 bilhões em 12 meses, alta de 7,4%.
Atividade de operações de crédito e tesouraria também rendeu bons resultados. No total, o montante chegou a R$ 32,3 bilhões entre abril e junho, avanço de 9,3% no ano e 6,2% em três meses.
Apesar dos desempenhos crescerem, as organizações financeiras continuam fechando postos de trabalho e permanecem com a política de contenção de despesas. Em 12 meses, os gastos administrativos e de pessoal cresceram 6,4% devido ao pagamento de honorários com a demissão de bancários e fechamento de agências.
Enquanto trabalhadores são colocados para fora, quem fica nas agências se sobrecarrega de trabalho, inclusive com a venda de produtos. No total, a receita de serviços teve ápice de 10,3% e chegou aos R$ 14,3 bilhões. Muita contradição e extrema desvalorização.
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