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DESTAQUE / CAMPANHA SALARIAL

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SEEB-MA realiza curso sobre Organização da Campanha Salarial

Curso realizado neste sábado (16/08) abordou temas como conjuntura, dívida pública, sistema financeiro e as lutas dos trabalhadores.

16/08/2014 às 16:31
Ascom/SEEB-MA
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Foto: Ascom/SEEB-MA

O SEEB-MA realizou neste sábado (16/08), na sede da entidade, em São Luís, o Curso de Organização da Campanha Salarial. Ministrado pelos coordenadores do Ilaese, Daniel Romero e Durval Júnior, o curso abordou temas como conjuntura, dívida pública, sistema financeiro e as lutas de classe.

Em sua palestra, Durval Júnior expôs alguns fatores que podem favorecer a luta dos trabalhadores neste segundo semestre. Para ele, a inflação, o endividamento, as demissões, a exploração e o alto índice de adoecimento devem motivar os trabalhadores a exigir, de modo mais intenso, o atendimento de suas reivindicações.

Foi o que fizeram os garis do Rio de Janeiro e os rodoviários, país afora, que se rebelaram contra as suas próprias direções sindicais pelegas e garantiram, além de reajustes dignos, melhores condições de trabalho. Para Durval, estes exemplos devem ser seguidos pelos trabalhadores em geral nas campanhas salariais.

Por sua vez, o sociólogo Daniel Romero promoveu amplo debate sobre a suspensão do pagamento da dívida pública aos grandes bancos, que hoje consome 42% dos recursos financeiros do país. Realocando todo este percentual seria possível investir em saúde, educação, moradia e transporte público e de qualidade.

Para se ter uma ideia, segundo estudo do Ilaese, não pagando a dívida aos banqueiros seria possível:

1. Destinar 6% do PIB para a saúde pública (R$ 291 bilhões);
2. Ter um serviço de medicina familiar atendendo 100% da população;
3. Hospitais públicos de qualidade, sem filas e com remédios gratuitos para a população;
4. Destinar 10% do PIB para educação pública (R$ 484 bilhões);
5. Creches para todas as crianças do país e um ensino básico público de qualidade;
6. Construir seis milhões de moradias de qualidade com custo estimando de R$ 48 bilhões ao ano;
7. Empregar todos os 10 milhões de desempregados do país;
8. Garantir emprego para os 30 milhões de trabalhadores que têm empregos precarizados;

Como pôde ser visto, com uma só medida, o não pagamento das dívidas aos banqueiros, seria possível mudar a situação social do país, tendo saúde, educação, transporte público e de qualidade, acabando com o desemprego e a falta de moradias populares.

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