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PLANTÃO / ARTIGO

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Confira o artigo Avestruz na Área, de Raimundo Costa

29/08/2014 às 11:15
Raimundo Nonato Costa
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NÃO comparar o BASA ao BNB é fugir da realidade. É agir como Avestruz. São dois bancos regionais, pertencentes ao mesmo governo, com finalidades semelhantes. Além de terem, como fonte de financiamento, a mesma origem de recursos. A diferença está na geopolítica.

De um lado, a AMAZÔNIA – 60% do território nacional – detentora de enormes reservas minerais, hidrografia e florestas gigantes. Baixa densidade populacional, enormes desafios. De outro lado, o Nordeste. Região também muito grande, porém menor. Malha viária razoável, irregular distribuição de chuvas, densidade populacional considerável e mais equilibrada. Desafios igualmente enormes.

Portanto, regiões diferentes, contudo, também igualmente carentes e abandonadas. O problema é que o tratamento dispensado aos brasileiros que trabalham na Instituição BASA é muito pior que o dispensado aos brasileiros que trabalham no BNB. Também diferenciado, para pior, o tratamento dispensado ao BASA pelo Governo Federal. Para enfrentamento dos problemas ligados aos dois bancos e às economias regionais, o gigantismo amazônico é maior que o nordestino.

Mas o Governo Federal, o que faz para instrumentalizar o BASA para esses desafios? Dizer que temos que enfrentar a concorrência, que estamos em uma economia de mercado, das duas uma: ou é tergiversar, simplesmente, ou é tratar o interlocutor como idiota. Dizer que devemos considerar apenas o possível é desconsiderar que o possível é amplamente relativo. Quer ver um exemplo. Leia esta notícia publicada pelo Jornal o Estado de São Paulo:

19/08/2014 às 15:28
O Estado de São Paulo
”O governo está atrasando os repasses feitos ao Banco do Brasil para bancar juros mais baixos em financiamentos aos produtores rurais. A dívida do Tesouro Nacional com o banco fechou o primeiro semestre em R$ 7,943 bilhões, quase o dobro dos R$ 4,158 bilhões registrados no fim de junho de 2013, segundo balanço do BB, divulgado na semana passada. O BB fechou o ano passado com R$ 6,333 bilhões nessa "conta".

Atrasos nos repasses aos bancos oficiais contribuem para melhorar as contas do governo porque, ao adiar esses repasses, o Tesouro aumenta, pelo menos no resultado mensal, o superávit primário - a economia do governo para o pagamento da dívida. Os bancos têm contratos com o Tesouro, mas esses termos não obrigam o governo a ser pontual nos pagamentos. Nesses casos, a dívida a ser paga é remunerada pela taxa Selic, hoje em 11% ao ano.”
É assim: quando querem fazer algo, fazem.

Desde que seja do agrado do Governo de plantão, independentemente do estrago que venha a produzir! O correto mesmo é tratamento de qualidade, igualmente dispensado aos brasileiros que trabalham, quer seja no BASA,BNB, BB, ou CEF. Qualquer outro é discriminação. E discriminação é sempre repugnante!

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