
Há quatro dias, as agências bancárias estão de portas fechadas.
A greve dos bancários do Maranhão já chega ao quarto dia sem nenhuma previsão para o fim, podendo estender até a próxima semana, caso não haja nenhuma negociação. A categoria aderiu à paralisação nacional pelo reajuste salarial de 35 %, reposição das perdas salariais, contratação de mais funcionários, fim das demissões imotivadas e isonomia. Na última negociação, dia 27 de setembro, em São Paulo, os bancos elevaram o reajuste nos salários de 7% para 7,35%, enquanto o aumento do piso da categoria foi de 7,5% para 8%.
De acordo com o Sindicato dos Bancários do Maranhão os bancos não houve nenhuma negociação, para oferecer uma outra proposta além da última que foi apresentada aos bancários, por essa razão a greve continua por tempo indeterminado.
Segundo dados apresentados em assembleia de avaliação, todas as agências de bancos públicos estão fechadas em São Luís, Imperatriz, Codó, Caxias, Estreito, Açailândia, Santa Inês, Caxias, Chapadinha, Itapecuru Mirim, Santa Rita, Humberto de Campos, Pinheiro, Balsas, Timon, Presidente Dutra, entre outras cidades. O movimento grevista alcançou o número de 126 unidades em todo o estado e a adesão nos bancos privados também é significante e cresce a cada dia.
De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) ainda não há nenhuma nova proposta a ser oferecida a categoria. A Febraban ressalta que o consumidor dispõe de vários canais para a realização de transações financeiras, tais como internet, o banco por telefone, o aplicativo do banco no celular. Há também os caixas eletrônicos e rede 24 horas, que ficam disponíveis em supermercados, aeroportos, shoppings, lojas comerciais e centros comerciais, além dos correspondentes, que estão espalhados por todo o Brasil.
Dia Mundial da Conscientização Sobre o Autismo - por mais respeito, compreensão e conhecimento!
SEEB-MA: 91 anos de lutas, conquistas e presença na vida da categoria
© SEEB-MA. Sindicato dos Bancários do Maranhão. Gestão Trabalho, Resistência e Luta: por nenhum direito a menos!