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PLANTÃO / MERCADO DE TRABALHO

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Em 30 anos, mulher ocupa mercado de trabalho, mas lidera desemprego

Parte do aumento está ligado à maior presença das mulheres no mercado. As mulheres com filhos continuam predominantes entre as desempregadas.

14/01/2015 às 14:30
G1
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As mulheres são atualmente maioria entre os desempregados na região metropolitana de São Paulo. Entre 1985 e 2013, elas passaram 48,8% do total para 52,7%, segundo estudo divulgado nesta quarta-feira (14) pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade).

Parte desse aumento, de acordo com o levantamento, está ligado à maior presença das mulheres no mundo do trabalho. No período de quase 30 anos analisado, a taxa de participação do grupo subiu de 44,7% para 55,1%,enquanto o percentual masculino de trabalhadores em idade ativa desempregado ou à procura de uma vaga diminuiu de 77,1% para 70,6%.

Entre os ocupados, a proporção de mulheres cresceu de 36,9% para 45,9%, com consequente redução da participação masculina. As transformações na estrutura do mercado de trabalho explicam ainda, de acordo com o estudo, a mudança do perfil da mulher desempregada da região metropolitana de São Paulo.

O aumento da escolaridade média e a redução da taxa de fecundidade explicariam, por exemplo, o avanço da parcela de mulheres com ensino médio ou superior completo no total de desempregadas de 11,9% para 49,3% no período e o aumento do percentual daquelas sem filhos de 18,4% para 25,2% do total.

As mulheres com filhos continuam predominantes entre as desempregadas. Aquelas com filhos de até 5 anos são 34% do total; as que têm crianças com mais de 6 anos, 40,8%. Nesse sentido, o texto ressalta a importância da integração entre as análises sobre o mercado de trabalho e a elaboração de políticas públicas e a necessidade de expansão da oferta de creches e de escolas em tempo integral.

A participação também é maior no grupo das não-negras (59,2%). O estudo alerta, entretanto, que a taxa de desemprego entre as mulheres negras continua sendo mais alta - de 13,8%, contra 11,2% -, reforçando a persistência da segregação por cor e gênero no mercado de trabalho brasileiro.

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