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PLANTÃO / POUPANÇA

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Brasileiro recorre à caderneta e poupança tem pior resultado da história

Em 2014, por exemplo, enquanto que os depósitos aumentaram 14,2%, os resgates subiram 18,4%

06/02/2015 às 16:30
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Os ajustes promovidos pelo governo na economia já bateram pesado no orçamento familiar. Com a renda apertada por causa da estagnação do Produto Interno Bruto (PIB), e vendo a conta bancária encolher à medida que novos aumentos de tarifas públicas, de impostos e dos juros básicos são aprovados mês a mês, o brasileiro não viu outra saída que não fosse raspar o dinheiro que ainda restava na poupança e usá-lo para quitar compromissos atrasados. Prova disso é que os resgates da caderneta superaram, em janeiro, os depósitos em mais de R$ 5,528 bilhões – o pior resultado da história, segundo informou esta quinta-feira (05/02) o Banco Central (BC).

Foi o primeiro resultado negativo nessa conta desde abril de 2014. Desde então, o saldo entre entradas e saídas de recursos da caderneta mantinha-se em terreno positivo, ainda que num volume menor de anos anteriores. Para especialistas, os efeitos da inflação, que corrói a renda, e o menor desempenho econômico, que já afeta os rendimentos de trabalhadores, contribui para o aumento dos saques na poupança.

Os números divulgados pelo BC dão dimensão a esse problema. Em 2014, por exemplo, enquanto que os depósitos aumentaram 14,2%, os resgates subiram 18,4%. Em valores absolutos, a diferença é ainda mais gritante: se, em 2013, os brasileiros retiraram da caderneta R$ 1,364 bilhão, no ano seguinte, essa conta subiu para R$ 1,615 bilhão – nada menos que R$ 251,4 milhões a mais. Representa uma média de R$ 68 mil ao dia.

Os saques também aumentaram, mas em ritmo mais modesto. Em 2013, os depósitos na poupança somaram R$ 1435 bilhão. No ano seguinte, os aportes aumentaram cerca de R$ 200 milhões, para R$ 1,640 bilhão. É como se, a cada dia, o brasileiro tivesse depositado R$ 54 mil a mais na conta do que um ano antes.

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