
O ano de 2015 não está nada bom para o brasileiro e, se depender do Congresso Nacional, pode ficar ainda pior. Ontem, os trabalhadores foram pegos de surpresa com a notícia do desarquivamento do projeto de lei que libera a terceirização no país.
O PL pode ser votado a qualquer momento. Basta o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), incluir a proposta na ordem do dia. O deputado já deu mostras de que lado joga. Tanto que tenta aprovar texto com a permissão de doação de empresas privadas às campanhas eleitorais.
Não é só isso. O movimento se dá no Congresso mais conservador desde o golpe civil-militar de 1964. A bancada empresarial tem 220 representantes. Enquanto a sindical, 51. Uma correlação de força desigual e que significa uma real ameaça aos direitos dos trabalhadores.
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