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PLANTÃO / RENDA

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Maranhão tem a menor renda per capita do Brasil

27/02/2015 às 09:05
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A renda mensal por habitante (per capita) em 2014 no Brasil foi de R$ 1.052, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A unidade com a maior renda per capita mensal foi o Distrito Federal (2.055), seguida por São Paulo (R$ 1.432). A menor renda foi registrada no Maranhão, com R$ 461.

O rendimento médio foi verificado nas 27 unidades da federação, com informações provenientes da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua –levantamento domiciliar que, a cada trimestre, levanta informações socioeconômicas em mais de 200 mil domicílios, distribuídos em cerca de 3.500 municípios.

Segundo o IBGE, os rendimentos domiciliares são o resultado da soma da renda do trabalho e de outras fontes, recebidos por cada morador no mês de referência da entrevista, considerando todos os moradores do domicílio. O rendimento domiciliar per capita é a razão entre o total dos rendimentos domiciliares e o total dos moradores, para cada Unidade da Federação e para o Brasil, considerando sempre os valores expandidos pelo peso anual da pesquisa.

Veja qual foi a renda per capita mensal em cada estado e no Distrito Federal:


Brasil, média: R$ 1.052

Distrito Federal – R$ 2.055

Rondônia – R$ 762

Acre – R$ 670

Amazonas – R$ 739
Roraima – R$ 871
Pará – R$ 631
Amapá – R$ 753
Tocantins – R$ 765
Maranhão – R$ 461
Piauí – R$ 659
Ceará – R$ 616
Rio Grande do Norte – R$ 695
Paraíba – R$ 682
Pernambuco – R$ 802
Alagoas – R$ 604
Sergipe – R$ 758
Bahia – R$ 697
Minas Gerais – R$ 1.049
Espírito Santo – R$ 1.052
Rio de Janeiro – R$ 1.193
São Paulo – R$ 1.432
Paraná – R$ 1.210
Santa Catarina – R$ 1.245
Rio Grande do Sul – R$ 1.318
Mato Grosso do Sul – R$ 1.053
Mato Grosso – R$ 1.032
Goiás – R$ 1.031

Para Wilson Amorim, professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA), os dados, mesmo que incipientes e sem série histórica, demonstram que é preciso pensar em como desenvolver políticas de diminuam as desiguldades regionais.

"Se pergarmos indicadores como o IDH e o índice de Gini das regiões brasileiras, percebemos melhoras, assim como a renda, de fato, tenha se elevado nos últimos anos. Essas são conquistas claras, mas precisamos melhorar mais, pois os dados divulgados pelo IBGE hoje mostram a distância da média no País [R$ 1.052] dos estados mais pobres, como o Maranhão [R$ 461] e Alagoas [R$ 604]. É possível dizer que a disparidade que existe aponta para o fato de o Brasil ter vários países dentro de um mesmo território", analisa o professor.

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