
O Brasil tem atualmente mais de 12 milhões de trabalhadores terceirizados, que têm carga horária maior e salário menor do que os contratados diretamente pela empresa. Outro problema é a rotatividade, maior entre os prestadores de serviços.
Os terceirizados também sofrem mais com os acidentes de trabalho. O cenário ruim para milhões de trabalhadores podem piorar, caso o PLC (Projeto de Lei Complementar) 30/2015 - que versa sobre a terceirização - seja aprovado.
A proposta passou pela Câmara Federal, depois de manobras do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e agora está no Senado. A previsão é de que seja analisado em breve.
A mobilização da sociedade contra o projeto deve ser forte. Se a terceirização for liberada, muitos direitos estarão em risco, a exemplo das férias, do seguro-desemprego e do FTGS. O Congresso Nacional está cheio de representantes do grande capital. A pressão das ruas será fundamental.
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