
Segundo a Serasa, de janeiro a abril de 2016, mais de 141 mil tentativas de fraudes de identidade foram aplicadas no país, com a finalidade de firmar negócios através de falsidade ideológica ou até obter crédito sem a intenção de quitá-lo posteriormente. Setores de telefonia, serviços e bancários encabeçam o ranking de ações.
O segmento de telefonia é o mais afetado, sendo responsável por 41,9% do total de tentativas de fraudes identificadas em abril (59.143). Em seguida aparece o segmento de serviços, 29,2% do total com 41.117 tentativas.
O setor bancário é o terceiro alvo mais mirado, com índice de 19,9%. Os principais golpes são: emissão de cartão de crédito com falso nome de titular, abertura de conta em que as quadrilhas aceitam as ofertas oferecidas pelo banco como cartões, cheques e empréstimos pré-aprovados.
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