
RIO DE JANEIRO (RJ) - Em um debate sobre saúde e condições de trabalho, o presidente do SEEB-RJ, Almir Aguiar, convocou os bancários a denunciar o assédio moral. Para Almir, o silêncio é a principal arma dos assediadores.
Assédio rompe laços afetivos
A diretora do Sindicato do Rio Adilma Nunes, que é psicanalista, disse que o assédio é um fenômeno que ocorre não somente no trabalho. “Esta é uma prática presente em todas as relações humanas. No trabalho, o perseguidor se aproveita do poder de chefia para assediar, levando a vítima a se afastar dos demais colegas. Há uma pressão para romper todos os laços afetivos que o assediado possui, dificultando ainda mais qualquer reação”, destaca. Ela acrescenta que as doenças ocupacionais levam as pessoas a se afastarem do trabalho no auge de sua vida profissional. “A nossa categoria está adoecendo em função das metas cada vez mais absurdas e da pressão, inclusive com ameaças de demissão”, denuncia Adilma.
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