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SÃO LUÍS (MA) - A pergunta que não quer calar é: como o Itaú pode ter ganho o prêmio de banco mais sustentável do mundo – por suas ações no âmbito social, ambiental e financeiro – oferecido pelo jornal inglês Financial Times?
Logo o banco que vem demitindo massivamente em todo o país, além de expor seus empregados a um constante assédio moral e cobrar deles o cumprimento de metas abusivas?
Só no Maranhão, no primeiro semestre deste ano, dezoito trabalhadores foram demitidos. Uma empresa para ser referência em sustentabilidade deve ter, entre os seus princípios, respeito aos seus empregados, compromisso com o emprego, além de oferecer condições de trabalho dignas, o que não é visto em nenhum banco estabelecido no Brasil, muito menos no Itaú.
Pelo contrário, o Itaú é conhecido como o banco que mais explora seus empregados e cujas metas e o assédio moral impostos são causas do aumento das doenças entre os bancários. Fora essas arbitrariedades, o banco ainda tem contratado trabalhadores com salários menores do que os dos demitidos.
Segundo dados do Dieese, a diferença de rendimentos entre dispensados e contratados no setor financeiro chegou a 43% no primeiro trimestre de 2011. Como não podia ser diferente, o Itaú está incluso nessas estatísticas.
Ao que parece, o Financial Times não colocou a postura do banco com seus funcionário nem as condições de atendimento das agências entre os critérios pra seleção do vencedor do seu prêmio...
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