
A Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) toma ciência da pauta de reivindicações da categoria bancária, nesta terça-feira (09/08). A entrega acontece em São Paulo, às 11h. No mesmo dia, a Caixa recebe a minuta. Já no BB, o dia marcado é quinta-feira (11/08).
Este ano, a campanha salarial promete ser difícil, diante da conjuntura política e econômica do Brasil. As empresas vão tentar endurecer com o Comando Nacional dos Bancários sob a justificativa da crise. O que não vai colar. Apenas no primeiro trimestre deste ano, 21 bancos de capital aberto lucraram R$ 14,3 bilhões.
Os trabalhadores reivindicam 14,78% (aumento real de 5% mais inflação projetada em 9,31%), PLR (Participação nos Lucros e Resultados) de três salários mais R$ 8.317,90, piso de R$ 3.940,24 (salário mínimo do Dieese), vale-refeição de R$ 40,00 por dia, além de vale-alimentação, 13ª cesta-alimentação e auxílio-creche/babá de R$ 880,00.
Uma das prioridades da campanha salarial é o fim das demissões. No primeiro semestre de 2016, os bancos cortaram 6.785 postos de trabalho. A garantia do emprego e mais contratações, portanto, são imprescindíveis. Tem ainda o combate à terceirização, PCCS (Plano de Cargos, Carreiras e Salários) com igualdade de oportunidades para todos, investimentos em saúde, melhores condições de trabalho e segurança.
Os bancários também estão em alerta e mobilizados contra os projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional. Na minuta, a defesa das empresas públicas, posicionamento contrário à reforma da Previdência e manutenção do SUS (Sistema Único de Saúde).
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