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DESTAQUE / CAMPANHA SALARIAL

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Atos públicos marcam greve em São Luís

Bancários entraram em greve por tempo indeterminado a partir desta terça-feira (06/09) em todo o país.

06/09/2016 às 14:16
Ascom/SEEB-MA
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Os bancários da rede pública e privada entraram em greve por tempo indeterminado a partir desta terça-feira (06/09) em todo o país.

A paralisação é uma resposta à intransigência dos banqueiros e do Governo Federal, que em cinco rodadas de negociação, negaram todas as reivindicações dos bancários.

No Maranhão, o primeiro dia da greve foi marcado por atos públicos nas principais cidades do Estado, como São Luís, Imperatriz, Caxias, Balsas e Açailândia.

Na Capital, os bancários paralisaram as agências do Centro, um dos principais corredores financeiros do Estado, reunindo agências do Itaú, Bradesco, Santander, BB, BNB, Basa e Caixa.

Em seguida, os bancários se concentraram no BB da Praça Deodoro, onde repudiaram a proposta rebaixada da Fenaban de 6,5% de reajuste nos salários mais abono de R$ 3 mil.

Vale ressaltar que o índice não repõe, sequer, a inflação do período, estipulada em 9,57%, representando uma perda real de 2,8% no salário, na PLR e nos auxílios dos bancários.

Os bancários reivindicam 28,33% de reajuste, contratações, PLR de 25% do lucro líquido linear, isonomia, reposição das perdas salariais, segurança, fim das demissões e do assédio moral.

Os bancos, por sua vez, têm totais condições de atender as demandas da categoria. Para se ter uma ideia, somente no primeiro semestre, o setor financeiro brasileiro lucrou R$ 29,7 bilhões.

Em contrapartida, ao invés de contratarem mais bancários para melhorar o atendimento à população, os bancos cortaram 7.897 postos de trabalho de janeiro a julho de 2016. Entre 2012 e 2015, o setor já reduziu mais de 34 mil empregos.

O resultado disso é o adoecimento da categoria, vítima da extrapolação de jornada, do assédio moral, da sobrecarga de trabalho, das metas inalcançáveis e da insegurança bancária.

Segundo o INSS, 4.423 bancários foram afastados do trabalho entre janeiro e março de 2015, devido a problemas físicos (Ler/Dort) ou psicológicos, como: depressão e síndrome do pânico. 

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