
Apesar dos lucros bilionários, banqueiros e governo desrespeitam protocolos sanitários nas agências!
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Em reunião com a Fenaban no dia 24/01, o SEEB-MA cobrou a adoção de protocolos sanitários mais rígidos nas agências bancárias, diante da explosão de novos casos de Covid-19 no Brasil.
Na ocasião, o Sindicato e outras entidades solicitaram aos bancos: a sanitização das unidades com casos confirmados; a exigência do passaporte vacinal aos clientes; o controle de acesso da população; a redução do horário de atendimento, a fim de diminuir o risco de contaminação; a disponibilização de álcool em gel em todas as agências e setores; a suspensão das visitas presenciais aos clientes devido à alta de casos; a melhoria no atendimento da telemedicina e, sobretudo, o compromisso de não demitir os bancários durante a pandemia.
“Infelizmente, porém, apesar dos sólidos argumentos apresentados pelos representantes dos bancários, os banqueiros, adotando o negacionismo do Governo Bolsonaro, não demonstraram interesse em melhorar as condições sanitárias, de trabalho e de atendimento ao público” – lamentou o diretor Rodolfo Cutrim.
Para agravar a situação, em nova reunião com a categoria, no dia 31 de janeiro, a Fenaban voltou a negar melhorias sanitárias nos ambientes laborais, recusando-se a criar um protocolo unificado de segurança contra a Covid-19 para os bancos do país.
“Dessa vez, os banqueiros não aceitaram fornecer máscaras mais eficazes (PFF2) contra o coronavírus e suas variantes, negando, ainda, a volta do home office para os bancários com comorbidades, embora o Brasil viva uma nova onda dessa doença, com o aumento do número de mortes. Isso é inaceitável, ainda mais, diante da alta lucratividade dos bancos” – criticou o diretor Eloy Natan.
Mesmo diante da omissão e da falta de ações concretas da Fenaban, o SEEB-MA e as demais entidades continuarão firmes na luta, pressionando os banqueiros e o Governo Bolsonaro a adotarem um protocolo sanitário rígido e seguro nas agências bancárias, a fim de preservar a saúde dos trabalhadores, clientes e usuários. “Contra o negacionismo e pela proteção de nossas vidas e a de nossos familiares. A luta continua” – finalizou o diretor Rodolfo Cutrim.
Lucro dos bancos em 2021:
- Itaú: R$ 26,9 bilhões;
- Bradesco: R$ 26,2 bilhões;
- Santander: R$ 16,3 bilhões;
- Caixa: não divulgado ainda;
- Banco do Brasil: não divulgado ainda.
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