
SÃO LUÍS - Os servidores do Campus Maracanã do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA) decidiram aderir à greve geral deflagrada pelo Sindicato Nacional dos Servidores Federais de Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe). A decisão, tomada em assembleia realizada nesta quarta-feira (10), foi de paralisação por tempo indeterminado, a partir do dia 16 de agosto.
Com a adesão do campus, o Maranhão é o 18º Estado a entrar no movimento. Em todo o país, já são 117 campi dos Institutos Federais em greve ou com indicativo de paralisação. Participaram, também, dos debates representantes dos campi Monte Castelo e Codó. “Estamos mobilizados para lutar contra os ataques anunciados pelo governo Dilma ao funcionalismo público. Saimos em defesa do direito à educação de qualidade”, asseverou o integrante da Seção do Sinasefe no Campus Maracanã, Jean Magno.
Os servidores em greve pedem a retirada imediata do Projeto de Lei 549, em tramitação no Congresso Nacional, que prevê o congelamento dos salários por dez anos. Na extensa pauta de reivindicações, estão ainda o reajuste emergencial de 14,67% (inflação – IPCA + variação do PIB); destinação de 10% (dez por cento) do PIB para a Educação Pública; reestruturação da Carreira Docente e do Plano de Carreiras dos Cargos Técnico-Administrativos da Educação (PCCTAE) e do Plano de Cargos e Salários dos professores estabelecido pela Lei 11.784/2008.
“Não podemos ser bode expiatório do governo federal nesse momento de crise. Nossa mobilização é pela garantia de direitos já conquistados”, alertou a servidora Claudicéa Alves Durans, da diretoria do Sinasefe no Campus Monte Castelo.
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