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DESTAQUE / CAMPANHA SALARIAL

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Fenaban propõe reajuste de 5,8% nos salários e de 7,1% nos vales refeição e alimentação

Proposta foi rejeitada na mesa. Nova negociação ocorre nesta terça-feira (23/08), em São Paulo.

22/08/2022 às 16:00
Ascom/SEEB-MA
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Por mais de 15 dias, o SEEB-MA, o SEEB-RN e o SEEB Bauru pressionaram a Contraf-CUT a deixar as mesas de “enrolação” com a Fenaban e a convocar a categoria para um Dia Nacional de Lutas por uma proposta global dos patrões.

Dito e feito. Bastou uma mobilização dos bancários no país, após 11 rodadas de “conversas”, para a Federação dos Bancos apresentar a primeira proposta na sexta-feira (19/08). De fato, a proposta é rebaixada, mas agora – com a pressão de toda a categoria  – ela tende a melhorar. A rejeição da proposta ocorreu ainda mesa de negociação.

12ª RODADA DE NEGOCIAÇÃO
Na prática, os banqueiros e o governo propuseram congelar e reduzir a PLR, além de oferecer um reajuste ínfimo de apenas 5,82% para os salários dos bancários, o que equivale apenas à reposição de 65% da inflação dos últimos 12 meses. Trata-se de uma provocação, pois o índice apresentado está muito aquém da inflação projetada de 8,95% para o período. 

13ª RODADA DE NEGOCIAÇÃO
Para piorar, nesta segunda-feira (22/08), a Fenaban propôs reajuste de apenas 7,19% para os tíquetes refeição e alimentação, o que repõe somente 42% da inflação dos alimentos, que atualmente está em 16,73% no Brasil.

AVALIAÇÃO DO SEEB-MA
"Vale ressaltar que, ao contrário do que a Contraf-CUT alega, a perda para os bancários nos salários não será de apenas 2,9%, mas – na verdade – de 3,9%, que equivale aos 2,9% apurados nos últimos meses mais o 1% perdido no último acordo firmado em 2020. Sem falar, da perda do poder de compra com os tíquetes. Em outras palavras, a Contraf-CUT, além de querer encaminhar mais um acordo rebaixado, ainda deseja jogar para “debaixo do tapete”, as perdas salariais acumuladas nos últimos anos" - afirmou o presidente Dielson Rodrigues.

REIVINDICAÇÕES DOS BANCÁRIOS
Por isso, no Maranhão, a categoria reivindica 35% de reajuste salarial ou, minimamente, a reposição das perdas inflacionárias, como já ofereceu o Banrisul e o Banpará aos seus funcionários.

“Não vamos aceitar esse acordo rebaixado. Os bancos não conhecem a palavra crise e têm totais condições de atender às reivindicações da categoria. Em 2021, lucraram mais de 132 bilhões de reais. Neste ano, só no primeiro semestre, o lucro já chega a R$ 26 bilhões e segue crescendo. Portanto, exigimos reajuste digno, mais contratações, combate ao assédio, condições de trabalho e atenção à saúde da categoria, que está adoecida. Caso contrário, o caminho a ser seguido deve ser o da intensificação das mobilizações e, se preciso for, o da GREVE GERAL por uma proposta satisfatória e decente” – finalizou Dielson.

NOVA NEGOCIAÇÃO
Nesta terça-feira (23/08), as “conversas” entre a Fenaban e o Comando Nacional continuam presencialmente em São Paulo. Novas rodadas estão agendadas para os próximos dias. Acompanhe!

ASSEMBLEIA DE AVALIAÇÃO
No mesmo dia (23/08), às 18h30, via Zoom (https://us02web.zoom.us/j/82880141295), e também na Sede Administrativa do SEEB-MA, na Rua do Sol, Centro de São Luís, os bancários maranhenses se reúnem em Assembleia de Avaliação para discutir as propostas apresentadas e para definir os rumos da Campanha Salarial. 

*** Matéria atualizada em 22/08/2022.

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