
A Jornada de Lutas já ganha os noticiários da grande imprensa. Trabalhadores da construção civil de Belém (PA) realizaram nesta quarta-feira (17) paralisação nos principais canteiros de obras da região central. Os professores também se somaram aos operários numa marcha que seguiu até a Secretaria de Educação do estado. A passeata fechou algumas das principais ruas da cidade.
Veja abaixo matéria do Diário do Pará
Operários e professores de Belém (PA) fecham rodovia
Desde as 6h desta quarta-feira (17), operários da construção civil fecharam parte da rodovia Augusto Montenegro, em Belém. O trecho interditado é da entrada do Tapanã até a entrada do Satélite. A Rotam está no local para manter a organização, mas o trânsito está bastante congestionado.
Com a paralisação, os operários reivindicam melhorias nos salários e nos canteiros de obra. Eles pedem um aumento de 15 a 20% no piso salarial.
Os valores ficariam em R$ 1000 para os trabalhadores da construção civil oficial, R$ 750 para os trabalhadores da construção civil não oficial e R$ 680 para os serventes. Alem de R$ 150 para cesta básica e R$ 400 de participação de lucros e resultados.
Entretanto, em reunião com os responsáveis pelas construtoras, foi oferecido apenas 7% de reajuste.
Amanhã a paralisação será com os operários dos canteiros de obra de Belém. O local ainda não foi definido.
Professores
Professores e estudantes se uniram aos operários da construção civil, em uma marcha que segue para a Secretaria Estadual de Educação (Seduc). Eles fecharam a rodovia Augusto Montenegro no sentido Belém/Icoaraci.
A reivindicação deles também é pelo aumento de salário e melhoria nas escolas. Cinco viaturas da Rotam e homens da PM estão no local. Um trio elétrico e um carro som dão suporte a manifestação. (DOL)
Fonte: Diário do Pará On Line
Servidores organizados pelo Sinafese também realizam manifestação em Belém (PA)
Os manifestantes do Sinasefe (Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica) interditaram uma das pistas da Avenida Almirante Barroso, no sentido Entroncamento – São Brás, em frente ao IFPA.
O sindicato protesta contra a PL 549 que congela o salário dos servidores federais. Além também da perda da retribuição de títulos. ‘Somos cerca de 50 pessoas, e aproveitamos a Jornada Nacional de Luta, para reivindicar os nossos direitos’, conta o coordenador jurídico do Sinasefe, Eduardo Moraes.
Em relação a greve dos professores do IFPA (Instituo Federal do Pará), a Casa Civil do Governo Federal, sinalizou que irá reunir com os professores para negociar as reivindicações, mas ainda não há um data marcada. ‘Hoje São cerca de 175 escolas em 21 estados, que estão com as atividades paralisadas por conta da greve’, diz o militante.
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