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Sindicato cobra segurança para trabalhadores no interior do estado

14/07/2010 às 00:00
SEEBMA
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Diretores do SEEB participam de Audiência sobre Segurança Pública em Mirador; BB na cidade sofreu dois assaltos em menos de um ano

Em junho, o presidente do SEEB/MA, David Sá Barros, o secretário de Finanças e Administração, Raimundo de Jesus Targino Júnior, e a secretária de Saúde e Segurança do Trabalho, Maria Regina Sanches de Sousa, estiveram na cidade de Mirador, para participar da Audiência Pública convocada pela juíza da comarca daquela cidade. A Audiência foi motivada pelo fechamento imposto à única agência bancária na cidade, depois de mais um assalto em suas dependências: em menos de um ano, essa é a segunda vez que o Banco do Brasil de Mirador é assaltado: a penúltima, em dezembro de 2009, e agora, em maio último. Além dos representantes dos bancários, participaram ainda da Audiência Pública representantes da área de segurança do Banco do Brasil, do Ministério Público, da Secretaria Estadual de Segurança e da Polícia Militar na região (Mirador e Colinas). O Sindicato cobra posição mais ativa da cúpula estadual da Segurança, preocupado tanto com as vidas dos trabalhadores bancários como da população: é notório o número de assaltos a bancos no interior do Maranhão, dada a fragilidade da atuação da Segurança Pública nas cidades de pequeno porte. Em Mirador, por exemplo, o destacamento é formado por apenas quatro policiais, quando estudos da própria Secretaria de Segurança apontam para a necessidade de, no mínimo, dez vez esse número para proporcionar condições mínimos de segurança pública na cidade. Se a Segurança tomasse por parâmetro o que a Organização das Nações Unidas aponta, o mínimo necessário saltaria para 80 policiais atuando em uma cidade do tamanho de Mirador. Durante a Audiência, foi formado um Conselho Municipal de segurança local, com o apoio do BB e dos órgãos presentes na Audiência, bem com da população, para contribuir com o fortalecimento da Segurança a cidade. Esse Conselho, que passa a funcionar em uma sala disponibilizada pela Prefeitura e equipada pelo banco, será o responsável, por exemplo, por informar à estrutura de Segurança local a presença de pessoas recém-chegadas à cidade, entre outras medidas que possam contribuir para o aumento da sensação de proteção da população. Saudada pela maioria dos presentes, a verdade é que jogar a responsabilidade pela segurança pública para a sociedade simplesmente não resolve. O SEEB é enfático em cobrar das autoridades que assumam a responsabilidade que têm nessa área, há muito desassistida pelo poder público, e que vêm fazendo vítimas tanto entre os trabalhadores bancários como em meio à população de modo geral. Continuarem cobrando posição firme do governo do Estado, que é quem deve ser responder pelos inúmeros assaltos verificados nas agências bancárias, especialmente no interior. O representante da Secretaria de Segurança informou, na ocasião, que está previsto aumentar o efetivo na cidade até dezembro. Mais uma vez, o SEEB insiste que essa é uma questão que não pode esperar tanto tempo. Num momento em que o Estado demonstra ter dinheiro no cofre para tanta propaganda e festa nada mais natural que invista naquilo que realmente importa, que é a segurança da população. Continuaremos cobrando posição mais firme dos órgãos públicos nesse sentido. Medidas paliativas, que só servem para maquiar o drama da segurança pública no Maranhão, definitivamente não servem para resolver aquele que é, na atualidade, uma das maiores preocupações para o trabalhador bancário.

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