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Apesar da intransigência da Fenaban (Federação Nacional dos Bancos), os bancários continuam mobilizados e de olho no calendário de negociações. Nesta segunda-feira (12), ocorre a terceira negociação, em São Paulo. Como nas rodadas anteriores, os debates serão intensos, principalmente pelo tema a ser tratado, cláusula econômica.
Os bancários maranhenses - que compõem a Oposição Bancária Nacional - reivindicam, principalmente, reajuste salarial de 26%, isonomia de direitos e recuperação das perdas acumuladas desde a implantação do Plano Real, conforme foi deliberado nas assembleias realizadas em cada base territorial.
Outros pontos entram em discussão, como a PLR (Participação nos Lucros e Resultados) de três salários mais R$ 4,5 mil fixos, piso salarial de R$ 2.293,31 (definido pelo Dieese), aumento dos vales refeição e alimentação e PCS (Plano de Cargos e Salários) para todos.
Os bancários estão fartos da lengalenga dos banqueiros, que sempre negam o que é de direito da categoria. Inclusive, o setor é o que menos valoriza o trabalhador.
O piso salarial, por exemplo, é de R$ 1.074,46, enquanto que o lucro dos cinco maiores bancos em atuação no país (Itaú, Bradesco, Santander, BB e Caixa) foi de foi de R$ 24 bilhões no primeiro semestre. Em suma, os cofres das empresas estão abarrotados à custa do trabalhador e da população. Não é a toa que o Brasil tem a maior taxa de juros do mundo.
*** Com informações do SEEB Bahia.
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