
Um exemplo de que o Bradesco não dá a mínima para os clientes. Quem conta é o empresário Washington Tomé, 58 anos. Correntista do banco há 17 anos, em 2007, Washington precisou parcelar uma dívida com a empresa.
O que o empresário não sabia é que o parcelamento seria motivo de muita dor de cabeça, mesmo sendo quitado. Hoje, quatro anos depois Washington Tomé tem de conviver com ligações quase que diárias cobrando a dívida já paga e ainda fazendo ameaças.
Para completar, neste mês, o Bradesco incluiu o nome do correntista no SPC (Serviço de Proteção ao Crédito). O motivo, segundo a organização financeira, seria o atraso nas parcelas de julho e agosto. A alegação, no entanto, não corresponde com a realidade, uma vez que o pagamento foi feito.
Nem com as reclamações o banco corrigiu o erro. “Fiz diversas queixas no setor de negociação, mas não adiantou e ainda fui ameaçado de ser réu em providências judiciais cabíveis”, conta.
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