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SÃO LUÍS - Nesta terça-feira (20/09), foi realizada a terceira rodada de negociações com a direção do Banco do Brasil, em São Paulo. O resultado? Mais uma decepção para os bancários. O BB novamente negou tudo e sequer apresentou uma contraproposta para a categoria.
Durante a reunião, a Comissão de Empregados fez uma retrospectiva das duas rodadas de conversações anteriores (que também não deram em nada), reafirmou as reivindicações e voltou a cobrar a valorização dos escriturários, caixas e fiscais. O único posicionamento do banco foi admitir analisar os comissionamentos - depois de muita insistência.
E mais, a atitude do Banco do Brasil é um claro retrocesso: quer excluir do acordo a cláusula que estabelece critérios para o descomissionamento. Hoje, para o funcionário ser descomissionado ele tem de ter desempenho negativo em três ciclos avaliatórios. Agora, a empresa quer reduzir para apenas uma avaliação.
Mesmo Índice
Quanto às cláusulas econômicas, a única manifestação do BB foi repetir o índice de reajuste apresentado, na segunda-feira (19), pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), que oferece 7,8%, percentual que apenas repõe as perdas acumuladas no período entre setembro/2010 a agosto/2011.
O andamento das conversações com a direção do Banco do Brasil deixa bem claro: os empregados precisam ampliar a mobilização e a unidade, se quiserem conquistar um bom Acordo Coletivo.
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