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Não deu em nada a segunda rodada de negociações específicas com o Banco da Amazônia realizada, nesta segunda-feira (26), em Belém.
A direção do Basa afirmou que não tem como recompor as perdas salariais de seus empregados e se esquivou quando questionada sobre a defasagem do piso salarial pago pelo banco, cujo valor é mais de 36% inferior ao piso pago pelos demais bancos federais (Caixa, Banco do Brasil e BNB) em todo o país.
Para piorar a situação, os representantes do banco voltaram a afirmar que não abordariam as cláusulas econômicas durante a reunião, pois não tinham nenhuma proposta e nem autonomia para negociar nada.
A comissão de negociação se limitou a dizer que esperava “um posicionamento de Brasília” e se propôs a falar apenas sobre o assédio moral e sexual, ignorando - por completo - outras questões de extrema importância para os bancários do Basa, como: salário, remuneração e saúde.
O diretor do Sindicato dos Bancários do Maranhão (SEEB-MA), Raimundo Nonato Costa, e o presidente da Associação dos Empregados do Basa (AEBA), Sílvio Kanner, representaram o Estado na reunião.
Para eles, diante da intransigência e protelação do Banco da Amazônia, a única saída para os bancários alcançarem suas reivindicações é a greve!
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