
Mais uma vez a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) e Governo Federal deixou a categoria a ver navios. Prova de que os bancários têm interesse em acabar com a greve e negociar um reajuste justo, o Comando Nacional dos Bancários esteve de prontidão durante esta semana, em São Paulo, à espera de uma proposta.
Os banqueiros e o Governo Federal, em uma demonstração de total falta de respeito e intransigência, insistiram no silêncio. A posição da classe patronal é absolutamente irresponsável e está levando a um prolongamento da greve, que poderia ser evitada com apresentação de uma proposta decente.
Entre as reivindicações dos bancários do Maranhão, reajuste de 26%, recuperação das perdas salariais acumuladas desde 1994, PLR igual a 25% do lucro líquido distribuída de forma linear, fim do assédio moral, combate às terceirizações, contratação de mais bancários, mais segurança e respeito.
Tais questões que podem, perfeitamente, ser atendidas, sobretudo, por um setor que, somente no primeiro semestre, lucrou nada menos que R$ 27,4 bilhões.
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