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Diante do “silêncio” e da falta de novas propostas por parte dos banqueiros e do Governo Federal, a greve dos bancários continua crescendo em todo o Brasil e a tendência é que o movimento seja intensificado ainda mais nos próximos dias.
Nesta terça-feira (11), 15º dia de greve, já são 9.090 agências e centros administrativos de bancos públicos e privados fechados em todo o país. A paralisação, que já é a maior da categoria nos últimos vinte anos em termos de adesão, caminha para se tornar também a mais longa. A greve do ano passado durou 15 dias.
O presidente do Sindicato dos Bancários do Maranhão (SEEB-MA), José Maria Corrêa Nascimento, reitera que a culpa pela continuidade da greve é dos banqueiros e do Governo Federal, pois “embora os bancários estejam mostrando que estão abertos ao diálogo e dispostos a retomar as conversas, a classe patronal continua calada, sem a menor intenção de negociar e encerrar a greve” – destacou.
José Maria ressaltou ainda que os bancos têm totais condições de atender as reivindicações da categoria diante do lucro altíssimo de R$ 27, 4 bilhões acumulado por eles no primeiro semestre.
Entenda o caso
Os bancários entraram em greve no dia 27 de setembro, depois de rejeitarem a proposta de reajuste de 8% feita pela Fenaban na quinta rodada de negociações, que significa apenas 0,56% de aumento real.
A categoria maranhense reivindica reajuste salarial de 26%, isonomia de direitos,jornada de 6 horas para todos, recuperação das perdas salariais acumuladas, mais contratações, combate ao assédio moral, segurança, melhores condições de trabalho e atendimento digno para os clientes.
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