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PLANTÃO / GREVE NO BNB

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AFBNB avalia a nova "proposta" do Banco e reafirma manutenção da greve

25/10/2011 às 12:54
AFBNB
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De acordo com a mensagem enviada pelo Ambiente de Gestão de Pessoas na última sexta-feira (21) aos funcionários do BNB, a Direção do Banco se reuniria no dia de ontem com o Ministério da Fazenda para discutir a greve e soluções para findá-la.

No final do dia de ontem, a Associação tomou conhecimento de que o Banco havia encaminhado à coordenação da Comissão Nacional uma nova proposta. Qual não foi a nossa surpresa e decepção ao constatarmos que a proposta continua inferior à do Banco do Brasil, e bem aquém do que esperávamos!

Como afirmamos, esperávamos que a reunião com o Ministério da Fazenda resultasse em uma proposta digna de análise e avaliação pela categoria, mas infelizmente mais uma vez as expectativas foram frustradas. Senão, vejamos:

- A proposta mantém a distorção nos três primeiros níveis da carreira;

- A curva do Plano de Cargos e Remuneração (PCR), bem como o melhoramento, não é sequer mencionada, como reivindicamos. A estagnação no nível 18, portanto, permanece. Todos os funcionários que estão nesta condição continuam sem plano de carreira;

- Não corrige a falta de isonomia, restringindo o auxílio material escolar aos funcionários admitidos até 1988; a licença prêmio sequer é citada, num desprezo deliberado ao valor do princípio da isonomia! Defendemos a extensão do benefício para todos os funcionários e a aplicação da licença prêmio durante toda a vida laboral no Banco, e não restrita ao período de 30 anos;

- Retrocesso quanto aos dias parados, ao seguir as regras da Fenaban. Defendemos o abono total, tendo em vista que a greve é um direito legítimo dos trabalhadores;

- A proposta não garante a proteção dos grevistas, com relação a punições diretas e indiretas por meio de terrorismo chamado assédio moral; não toca em nada para por fim a tais práticas;

A AFBNB considera a “proposta” rebaixada por não atender às expectativas e não corrigir distorções históricas. Nesse sentido, orienta pela rejeição, por entender que o Banco não está no seu limite. Assim, cobra do banco os avanços necessários, bem como explicações detalhadas sobre a proposta que apontem nessa perspectiva. Alguns sindicatos já se manifestaram pela rejeição da proposta como o Sindicato de Montes Claros (MG), Sindicato de Garanhuns (PE), Sindicato do Rio Grande do Norte e do Maranhão, segundo informações que nos chegaram. É importante que o conjunto das entidades adote esse procedimento para o maior poder de pressão. Consideramos importante a continuidade da negociação e a firmeza no posicionamento dos sindicatos, para que não deixemos a força dessa greve ter sido em vão.

Por outro lado, chamamos a atenção para que não aceitemos a chantagem de que a questão pode ir para dissídio coletivo. Isto porque, até se chegar a esse ponto, o processo negocial ainda continua, com audiência de conciliação prévia. Além do mais, o ônus político disso será do banco que, se o fizer, terá preterido as negociações e lançado os trabalhadores à própria sorte.

Para a AFBNB, a possibilidade de solucionar os problemas passa também pela greve, agora, portanto. A oportunidade é essa! O tempo de fazer promessas já passou. A hora, agora, é de pagá-las.

A Greve continua!

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