
Ao contrário do defendido pela Intersindical e outras forças políticas durante a 12ª Conferência Nacional dos Bancários (23 a 25 de julho, no Rio de Janeiro), a maioria cutista conseguiu incluir na pauta de reivindicações a contratação de remuneração variável. A inclusão desse item vai contra a estratégia de valorizar os salários e acabar com a individualização da remuneração que provoca disputa entre empregados, sobrecarga, assédio moral, estresse e adoecimento. A remuneração variável é um artifício usado pelas empresas a partir da reestruturação produtiva, na década de 90, para reduzir a parcela fixa do salário e atrelar a remuneração ao cumprimento de metas. Isso só causa prejuízos para os trabalhadores, pois é graças à remuneração variável que os bancários levam para os cálculos da aposentadoria apenas 65% da remuneração da ativa. Isonomia O debate sobre a isonomia de direitos nos bancos públicos não aconteceu na Conferência Nacional. A discussão ficou restrita aos congressos do BB e da CEF realizados em maio. Na avaliação da diretora do Sindicato Rosane Almeida (BB), essa deve ser uma luta de toda a categoria e o momento é propício, pois o projeto que estende aos bancários pós-98 os direitos dos contratados antes foi aprovado em comissão da Câmara. “Vamos ter que travar uma batalha no movimento para fazer a luta pra valer. O Governo Lula deve aos bancários a retomada da isonomia retirada na era FHC”, disse.
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