
Em um ano, as taxas cobradas pelos bancos tiveram crescimento assustador. O cheque especial passou, em média, de 165% para 187%. Aumento de 22%. Para o financiamento de veículos foi dos 23% para 29%. Os dados são referentes a agosto de 2010 e agosto deste ano.
A taxa de juros do crédito pessoal passou de 42% para quase 50% ao ano. Apesar dos valores exorbitantes, a inadimplência está caindo, fato que comprova que a renda do brasileiro está melhor.
Para o economista e professor da Ufba (Universidade Federal da Bahia), Hamilton Ferreira, a economia é mantida pela renda familiar. “Os programas de inclusão social, como o Bolsa Família, e a política de valorização do salário mínimo ajudam o brasileiro que não tinha crédito. Hoje, as pessoas sabem lidar com o dinheiro”, afirma.
As tarifas cobradas para a prestação de serviço também chamam atenção. O fornecimento de folhas de cheque avulsas no Itaú sai por R$ 1,45 e no Bradesco R$ 1,55. Para saques excedentes no autoatendimento do Bradesco, o cliente paga R$ 1,70, e do Itaú, R$ 2,00.
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