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"O risco que corremos", por JM Cunha

Matéria publicada no Jornal Pequeno, edição de 07/12/11, sobre a possibilidade de confronto entre os militares e o Exército no Maranhão.

09/12/2011 às 08:42
Jornal Pequeno
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“Na quarta-feira à noite, policiais militares foram despertos pela notícia de que o Exército poderia estar às portas da Assembléia. Assisti, da rampa do Palácio Manoel Bequimão, na companhia dos deputados Bira do Pindaré e Eliziane Gama, uma avalanche de policiais e bombeiros se deslocando armados para a frente do prédio para esperar pelo Exército. Foi uma coisa que jamais presenciei nem esperei jamais presenciar na vida e que ficará marcada para sempre na minha memória.”

O relato foi feito pelo deputado Neto Evangelista, ontem, da tribuna da Assembléia, numa última tentativa de desmistificar insinuações de que nunca houve possibilidade de confronto durante a greve. Ele contou também de uma frase pronunciada pelo general de Exército Gomes de Matos sobre uma possível intervenção das Forças Armadas: se houver ordem judicial, ordem dada, ordem cumprida.

O deputado iniciou seu discurso afirmando: pretendo discorrer aqui sobre o que considero uma mancha irreparável na História do Maranhão. Contar de como a incompetência, intransigência e arrogância de um Governo, por pouco não lava com sangue os jardins da Assembléia e as praças de São Luís; de como uma sucessão de erros que vão desde um sentimento exacerbado de autoritarismo até a estupidez de não saber lidar com reivindicações populares e movimentos sociais arrastou a sociedade maranhense para um estado de pânico que jamais imaginamos viver.

Pretendo que história real seja contada e jamais desmentida pelos que, estando no poder, pareciam dispostos a sacrificar as instituições públicas em nome de um legalismo que jamais substituirá a Justiça.

Esse discurso revelou a totalidade do risco que o Maranhão correu quando os donos do poder preferiram a intimidação e a ameaça ao diálogo que a sociedade toda pedia.

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