
A ideia é desencorajar quem assumir riscos excessivos. A remuneração vai depender do desempenho da instituição. O Banco Central quer criar normas para o pagamento de bônus e salários a executivos de bancos brasileiros. Segundo orientação do G-20, formado pelas maiores economias do mundo, a ideia é desencorajar quem assumir riscos excessivos.
A remuneração vai depender do desempenho da instituição. O Banco Central decidiu criar normas para os salários dos executivos dos bancos brasileiros. Seguindo orientação do G-20, formado pelas maiores economias do mundo, a ideia é desencorajar quem assumir riscos excessivos. A remuneração vai depender do desempenho da instituição.
A resolução do Banco Central ficará em consulta pública e atinge administradores, gerentes e funcionários que lidem com operações de risco. Metade do bônus que esses empregados recebem terá que ser paga em ações ou qualquer outro mecanismo vinculado ao desempenho da instituição: 40% desse bônus terão que ser pagos ao longo de no mínimo três anos.
Além disso, será criado um comitê de remuneração para verificar se essas regras estão sendo seguidas. “Se você está envolvido na decisão da empresa, no caso da instituição financeira, com o tipo de operação mais ou menos arriscada, a ideia é que a sua perfomance, seu bônus, sua remuneração esteja vinculada a performance de longo prazo”, explica a diretora-adjunta do departamento de normas do Banco Central Sílvia Marques.
Durante os próximos 90 dias a proposta poderá receber sugestões. Depois vai ser analisada pela diretoria do Banco Central e pelo Conselho Monetário Nacional. Se for aprovada, entra em vigor imediatamente. A Federação Brasileira de Bancos não quis comentar a ideia. Disse que vai analisar melhor o assunto
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