
Um dos objetivos da 'Operação Paciência' do Procon é fiscalizar o tempo máximo de espera dos clientes que estiverem na fila.
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A partir desta segunda-feira (16/01), o Procon começa a fiscalizar as agências bancárias do Maranhão para saber se a lei da fila está sendo cumprida. De acordo com a lei estadual nº 7.806/2002, cada cliente só pode esperar por atendimento na fila por no máximo 30 minutos.
A fiscalização também quer saber se os bancos estão disponibilizando, mecanicamente, as senhas de atendimento para que os clientes possam autenticá-las nos guichês. Dessa forma, é possível comprovar o tempo que o cliente esperou para ser atendido.
Inicialmente, a operação será realizada somente em São Luís e nos múnicipios de Caxias e Balsas.
Segundo o Procon, o nome da agência a ser fiscalizada não será divulgado previamente. Dois fiscais ficarão cerca de 4h por dia em cada agência avaliando o cumprimento da lei. A operação ocorrerá por tempo indeterminado e os seus resultados serão avaliados a cada seis meses.
Quer reclamar da espera nas filas? Siga os conselhos.
1 – Procure o banco e tente resolver amigavelmente. É aconselhável reclamar por escrito. Fique com um comprovante da reclamação (protocolo do banco ou aviso de recebimento do correio).
2 – Ouvidoria: Se o seu problema não for resolvido ou se demorar para ser atendido, procure a ouvidoria do seu banco. Os bancos têm que disponibilizar, por meio de uma linha 0800, um setor de ouvidoria para atender diretamente seus clientes.
3 – Registre reclamação no Banco Central (Bacen). É importante registrar a sua reclamação no Banco Central. Sua reclamação irá para a lista que é divulgada mensalmente e significa uma importante fonte de consulta para outros consumidores.
Por telefone: 0800-9792345,
Por carta (Bacen – SBS Quadra 3 Bloco B – Ed. Sede – Caixa Postal: 08670 – CEP 70074-900 – Brasília – DF);
Pela internet: www.bcb.gov.br
4 – Procure o Procon Se o banco não resolver, procure o Procon.
Telefone: (98) 2108-8000, para consultas e denúncia de abusos.
5 – Procure a Justiça Caso não haja solução diretamente ou via Procon, recorra à Justiça.
Outra providência que você poderá tomar:
- Procure a imprensa (TVs, sites, rádios). Muitos destes meios de comunicação têm espaços reservados para as queixas dos consumidores.
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