Siga-nos no Threads Siga-nos no TikTok Fale conosco pelo WhatsApp Siga-nos no Facebook Siga-nos no Instagram Siga-nos no X Siga-nos no Youtube

PLANTÃO / DESEMPREGO

Imprimir Notícia

Taxa de desemprego atinge 9,5% em janeiro, aponta Seade/Dieese

29/02/2012 às 18:29
Agência Brasil
A+
A-

A taxa de desemprego no país atingiu 9,5% em janeiro, ante os 9,1% verificados em dezembro, segundo informações da PED (Pesquisa de Emprego e Desemprego), realizada pela Fundação Seade e pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) em sete regiões metropolitanas e divulgada nesta quarta-feira (29). Em 2011, a taxa média foi de 10,5%.

No último mês, havia 2,111 milhões de pessoas desempregadas no país, resultado da aumento de 104 mil desempregados em janeiro.

A alta interrompe uma sequência de quatro quedas consecutivas.

"A alta do desemprego já era esperada e é comum em janeiro e nos primeiros meses do ano. Isso se deve, entre outros fatores, ao fechamento de vagas temporárias abertas no fim do ano", explicou Alexandre Loloian, economista da Seade.

A taxa registrada em São Paulo subiu para 9,6% em janeiro, ante 9% em dezembro.

O nível de ocupação no país ficou praticamente estável, com alta de 0,1% nas sete regiões metropolitanas. Neste mês, o total de ocupados nas regiões foi estimado em 20,167 milhões, para uma PEA (População Economicamente Ativa) de 22,167 milhões.

A taxa de desemprego apresentou recuo em apenas duas regiões, em Recife (recuo de 12,2%, em dezembro, para 11,9%, em janeiro) e Belo Horizonte (de 5,2% para 5,1%).

Em alta ficaram Porto Alegre (de 6,4% para 6,5%), Distrito Federal (de 11% para 11,5%), Fortaleza (de 7,7% para 8,1%) e Salvador (de 14,1% para 15%).

Na divisão por atividade, o nível de ocupação subiu em quatro dos cinco setores. Houve queda apenas na indústria, com fechamento de 46 mil postos de trabalho, retração de 1,5%.

Rendimento

Em dezembro, o rendimento médio real dos ocupados (descontada a inflação) cresceu 0,4% no país, ficando em R$ 1.458. Já o dos assalariados apresentou recuo de 0,4%, para R$ 1.510.

Taxas diferentes

A diferença na metodologia utilizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e pela PED (Seade/Dieese) explica a discrepância entre os números apresentados pelas pesquisas.

A PED reportou uma taxa de desemprego de 10,5% em 2011, enquanto o IBGE divulgou uma variação de 6%.

Na PED, realizada desde janeiro de 1985, a Seade e o Dieese dividem o desemprego em três categorias: aberto (quanto as pessoas procuram emprego), oculto por desalento (pessoas que não procuraram trabalho nos últimos 30 dias por uma série de motivos, como por exemplo, a crença de que o mercado está ruim e não será possível encontrar) e oculto por trabalho precário (que realizam trabalhos precários, como bicos, por exemplo).

Para o IBGE, que realiza a PME (Pesquisa Mensal de Emprego) desde janeiro de 1980, a pessoa que faz bicos ou tem um emprego temporário está empregada. Ou seja, o instituto leva em consideração apenas as informações referentes ao desemprego aberto --quando a pessoa está há mais de 30 dias procurando emprego.

O IBGE faz o levantamento nas regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.

Já a Seade e o Dieese apuram os números em sete regiões: Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo e Distrito Federal.

Assim, a taxa de 2011 de 10,5% da PED é o resultado da soma do desemprego aberto (7,9%) mais o desemprego oculto (2,6%). Com a a ponderação do IBGE, da média das taxas de desemprego, o resultado do ano foi de 6%.

SAÚDE - CAT
ÁREA DO CLIENTE
SOBRE

Sindicato dos Bancários do Maranhão - SEEB/MA
Rua do Sol, 413/417, Centro – São Luís (MA)
Secretaria: (98) 98477-8001 / 3311-3513
Jurídico: (98) 98477-5789 / 3311-3516
CNPJ: 06.299.549/0001-05
CEP: 65020-590

MENU RÁPIDO

© SEEB-MA. Sindicato dos Bancários do Maranhão. Gestão Trabalho, Resistência e Luta: por nenhum direito a menos!