
O Brasil é o primeiro da lista de países que mais possuem correspondentes bancários, de acordo com a pesquisa feita pelo CGAP (Consultative Group to Assise the Poorest) em parceria com o Banco Mundial, divulgada na Febraban (Federação Brasleira de Bancos).
O Quênia, segundo da lista, tem 24 mil correspondentes. Em seguida, surgem Filipinas (20 mil), Paquistão (18 mil), Índia (10 mil), África do Sul (7 mil) e Colômbia (6 mil).
No país, a política do sistema financeiro é perversa e excludente. Enquanto os clientes das classes A e B são tratados de forma diferenciada, com direito a agência própria, grande parte da população, de menor poder aquisitivo, é encaminhada aos correspondentes, locais sem segurança adequada e serviço prestado de forma precária.
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