
Chegou a vez de o Santander divulgar a lucratividade no primeiro trimestre do ano. Entre janeiro e março, o banco registrou ganho de R$ 1,766 bilhão no padrão contábil brasileiro.
A carteira de crédito somou R$ 199,333 bilhões, aumento de 17,32% em relação aos três primeiros meses do ano passado. O índice de inadimplência, considerado pelos atrasos superiores a 90 dias, totalizou 4,5% deste total.
A inadimplência de pessoa física cresceu 0,8%, chegando a 6,7%, comparado ao primeiro trimestre de 2011. Já em relação às empresas, o índice permaneceu estável em 2,4%.
O Santander reservou R$ 3,09 bilhões para créditos duvidosos, ou seja, quando existe risco de calote. O valor é 44,3% maior do que o gasto de janeiro a março do ano passado. A organização financeira deu a desculpa de que, a alta quantia foi utilizada, por conta da retração na receita de recuperação de crédito.
Os números revelam que, o banco espanhol segue a tendência de outras organizações privadas, como Bradesco e Itaú, que também divulgaram os balanços, em que houve alta de provisões e de índices de inadimplência no primeiro trimestre, por conta da economia mais tímida no período.
O movimento sindical espera que, a justificativa de uma queda pouco significativa de apenas 3% do lucro, não seja utilizada para negar as reivindicações na categoria.
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