
O Bradesco, assim como o BB e a CEF, também se preocupa com o bem-estar dos magistrados brasileiros. Em reportagem publicada no dia 9 de abril, a Folha de S.Paulo contou que o banco, juntamente com o governo do Amazonas, pagou as despesas do 91º Encontro do Colégio Permanente de Presidentes de Tribunais de Justiça. O encontro aconteceu entre 29 e 31 de março num hotel de luxo em Manaus e custou cerca de R$ 200 mil.
O presidente do TJ do Amazonas, João Simões, não informou quanto cada patrocinador investiu, só disse que o maior apoiador foi o governo estadual. Na comparação com o BB e a CEF, que em março doaram R$ 225 mil para uma festa do Tribunal Regional Federal da 3a Região (SP e MS), a contribuição do Bradesco até que foi modesta. Mas, ainda assim, discutível.
De acordo com a Folha, em 2011 o TJ-AM e o Bradesco foram protagonistas de uma polêmica no meio jurídico. "A pedido do banco, o TJ-AM promoveu dois mutirões de conciliação judicial em que 90% dos processos tinham como autor o próprio banco ou empresas do grupo. (...) Segundo a Associação dos Magistrados do Amazonas, ofício encaminhado pelo TJ a juízes das varas cíveis e de registros públicos determinava que apenas processos indicados pelo Bradesco fossem incluídos na pauta de conciliação. O banco não quis se pronunciar sobre o caso." Falar o quê?!
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