
Apesar do lucro líquido de R$ 3,4 bilhões no primeiro trimestre, o Itaú fechou 1.964 postos de trabalho, o que representa uma redução de 7,4% em relação ao mesmo período do ano passado. Nos últimos 12 meses, foi um corte de 7.724 vagas.
Segundo o Dieese, em março de 2011, o Itaú contava com 104.022 funcionários. No último mês de dezembro, havia diminuído para 98.258 postos e, em março de 2012, para 96.204. Uma verdadeira bola fora para um banco que se vale da campanha de marketing Vamos jogar bola.
Neste mesmo período, outras instituições estão gerando emprego. No Itaú, além dos cortes de postos de trabalho, os funcionários enfrentam assédio moral, metas abusivas, terceirizações, e condições precárias de saúde, segurança e de trabalho.
Outro indicador da falta de responsabilidade social é a alta rotatividade na empresa. O banco demite funcionários mais antigos com maiores salários para colocar em seus lugares novos trabalhadores com salários inferiores.
De acordo com a Pesquisa do Emprego Bancário, elaborada trimestralmente pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro e Dieese, com dados do Caged, a remuneração média dos admitidos foi de R$ 2.430,57 em 2011, enquanto que a dos desligados foi de R$ 4.110,26, uma diferença de 40,87%.
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