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PLANTÃO / ECONOMIA

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Metade da população nordestina ainda não possui contas bancárias

Segundo nordestinos entrevistados, principal razão para não terem contas são as condições financeiras.

14/06/2012 às 12:34
Diário do Nordeste
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Apesar do avanço na renda obtido nos últimos anos, ainda são muitos os nordestinos excluídos do sistema bancário. Na região, 50% da população não possuem contas (sejam correntes ou poupanças), o maior percentual do País, segundo constatou o estudo “Retratos da Sociedade Brasileira: Inclusão Bancária”, elaborada pela CNI (Confederação Nacional das Indústrias) e Ibope. De acordo com os entrevistados, o principal motivo que os impede de aderir a esse serviço são as condições financeiras, apontadas por 69% dos moradores do Nordeste. Outros 5% dizem que os altos custos bancários são o empecilho.

Conforme o levantamento, somente 12% dos nordestinos dispõem de conta corrente e poupança, simultaneamente. 20% têm apenas poupança e outros 16% possuem conta corrente.

70% das pessoas abordadas pelo estudo no Nordeste não têm sequer reserva de dinheiro. Já dentre os que contam com quantias guardadas, optam, na maioria (66%), pela segurança da caderneta de poupança, que, recentemente, passou por modificações em seus rendimentos. 21% dos nordestinos são mais tradicionais e preferem guardar seus ganhos em casa, enquanto outros 16% afirmaram que deixam o dinheiro em conta corrente ou conta salário. Os demais investem em aplicações financeiras, consórcios e há ainda quem deixe tudo com os parentes. Os percentuais ultrapassam 100% porque mais de uma opção poderia ser escolhida.

Compras

A pesquisa mostra que os habitantes do Nordeste são os que mais efetuam pagamentos de compras usando dinheiro em espécie: 82%. E também são aqueles que mais se valem do cartão de crédito na hora de adquirir produtos e serviços, com 15%. Já quando a ferramenta de compra é o cartão de débito, os nordestinos, segundo o estudo, ainda não se familiarizaram de forma massiva. Somente 2% deles optam por esse mecanismo, enquanto, no Sudeste, por exemplo, a incidência é de 10%. Os cheques, em todas as grandes regiões, estão sendo utilizados de forma remota, por não mais do que 2% das pessoas.

Contas

Já para pagar contas, 85% valem-se de correspondente bancário, enquanto 35% preferem quitar os débitos em atendimento pessoal no caixa da agência ou do posto bancário. O caixa eletrônico é o escolhido por 16% e o débito automático por 3% dos nordestinos.

Endividamento


Os pesquisadores da CNI/Ibope também perguntaram às pessoas sobre o nível de endividamento que apresentam. 36% disseram ter algum tipo de parcelamento de compra, empréstimo ou financiamento na data em que foram questionados. O maior responsável por tais dívidas é o cartão de crédito, que foi utilizado por 43% dos nordestinos na hora de contrair uma dívida a prazo.

Cartões de lojas e carnês surgem em seguida, com 18% e 16%. Cerca de 10% dos consumidores do Nordeste afirmaram que será “muito difícil” arcar com todos os débitos e 22% classificam como “difícil” a situação. Somente 3% consideram “muito fácil” o pagamento dessas contas, enquanto 30% acreditam que será “fácil”.

Segundo os nordestinos entrevistados 21%levam pouco tempo para realizar atividades em bancos, como pagar contas, sacar dinheiro e afins. 5% consideram muito alto o tempo gasto para cumprir essas obrigações.

Minoria

12% da população do Nordeste dispõem de conta corrente e poupança, simultaneamente, de acordo com a CNI/Ibope

30% dos brasileiros poupam dinheiro

São Paulo. Entre os brasileiros que possuem conta bancária, 35% dos entrevistados pelo levantamento da CNI/Ibope utilizam tanto a conta corrente quanto a poupança, mas apenas três em cada dez guardam dinheiro. Dos que têm reservas, 68% utilizam a caderneta de poupança.

Mais de um terço da população do País não tem conta bancária, aponta pesquisa divulgada hoje pela CNI (Confederação Nacional da Indústria e Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística) e pelo Ibope.

De acordo com o levantamento, 60% das pessoas que não utilizam conta bancária alegam não ter condições para isso.

Renda


Em relação à renda familiar, apenas 8% daqueles que têm renda maior do que dez salários mínimos não possuem conta bancária. Já entre os que recebem até um salário mínimo, 64% não está incluídos no sistema.

O meio de pagamento mais utilizado pelos brasileiros ainda é o dinheiro - apenas 13% da população usam o cartão de crédito como principal meio de pagamento.

Autoatendimento

A pesquisa revelou também que o serviço bancário mais utilizado pela população é o pagamento de contas (76% usam este serviço). O auto-atendimento é utilizado por 68% das pessoas, e a internet, por 15%. A pesquisa considera o uso do sistema nos últimos 12 meses.

Entre as pessoas que responderam o questionário, 37% disseram ter algum tipo de endividamento, seja parcelamento de compra, empréstimo ou financiamento, ante os 62% que disseram não estar endividados.

Otimismo das famílias do NE cresce em maio

Brasília. O otimismo das famílias brasileiras em relação à realidade socioeconômica do país ficou estável em maio em 67. O valor é superior ao apurado em maio de 2011 (62,9 pontos). Mas no Nordeste, a população está mais otimista (com 65,5 pontos). As informações estão no levantamento do IEF (Índice de Expectativas das Famílias) divulgado pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) ontem.

O órgão, ligado à Presidência da República faz o levantamento mensalmente em 3.810 domicílios, em mais de 200 cidades. Na escala do Ipea, a pontuação acima de 60 pontos indica otimismo; abaixo de 40, pessimismo.

No índice apurado em maio, segundo Ipea, a estabilidade resultou de variações com tendências contraditórias nas grandes regiões. As regiões Centro-Oeste (passou de 78,2, em abril, para 79,5 em maio) e Nordeste (de 64 para 65,5) apresentaram índice maior do que o registrado no mês de abril, enquanto as demais regiões apresentaram queda. Os índices recuaram na região Norte (60,3 para 59,5), Sudeste (70,8 para 70,1) e na Sul (67,2 para 65,5).

Situação econômica

A expectativa das famílias, no que diz respeito à situação econômica do país no curto prazo, aponta que, no mês de maio, 66,8% das famílias acreditavam que o Brasil passará por melhores momentos nos próximos 12 meses, um recuo na relação com o mês anterior (68,3%).

Com 86,7% das famílias acreditando que a situação econômica do Brasil nos próximos 12 meses estará melhor, a região Centro-Oeste continua sendo a mais otimista. A região Norte continua sendo a região com a segunda maior expectativa. Em maio, registrou 72%. A Sul é a menos otimista (56,6%). Neste cenário, o índice geral conta com 66,8% dos brasileiros muito otimistas e 22,9% pessimistas.

Só 10% usam web para assuntos bancários

O nordestino é aquele que menos utiliza a internet para ter acesso a serviços bancários. Mesmo em um período repleto de opções tecnológicas e com a proliferação dos smartphones e banda larga residencial, somente 10% dos entrevistados dessa região afirmaram usar a web com o intuito de fazer transações, verificar saldos, extratos e etc.

No Sudeste, a adesão ao internet banking supera os 20%, dobro do Nordeste.

Acessos são raros


Entre os nordestinos que optam por acessar a rede mundial de computadores para serviços de banco, somente 2% disseram utilizar a ferramenta por mais de quatro vezes mensais.

6% dos clientes do Nordeste resolvem a vida bancária online entre 2 e 4 vezes por mês. 1% informou que os acessos são feitos somente "algumas vezes durante o ano".

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