
No semestre, captação líquida acumulada é de R$ 6,7 bilhões. Em junho, arrecadação de R$ 1,7 bi foi a maior para o mês em 10 anos.
A poupança da Caixa Econômica Federal acumulou R$ 6,71 bilhões de captação líquida no primeiro semestre do ano, um crescimento de 189% em comparação ao mesmo período do ano passado. No mês de junho, a captação líquida foi de R$ 1,67 bilhão, o melhor resultado para o mês de junho dos últimos 10 anos e 74% superior ao captado no mesmo período de 2011. Para o vice-presidente de Pessoa Física da CAIXA, Fábio Lenza, o resultado está lgado à rentabilidade do investimento. "Os brasileiros perceberam, rapidamente, que a mudança na regra de remuneração da poupança garantiu a boa rentabilidade do produto, que continua isento de Imposto de Renda e sem taxas de administração", disse em nota. No acumulado do mês de junho até o dia 27, as cadernetas de todos os bancos registraram captação líquida positiva de R$ 2,272 bilhões, segundo dados preliminares do BC. O valor foi gerado pelos depósitos que alcançaram R$ 87,5 bilhões e superaram os saques de R$ 85,2 bilhões no período. Alterações na poupança Pelas novas regras definidas pelo governo federal, a poupança passou a ser atrelada aos juros básicos da economia, rendendo 70% da aplicação, mais a Taxa Referencial. Esse novo formato de rendimento da poupança foi aplicado, porém, somente quando a taxa básica de juros, definida pelo Banco Central, atingiu 8,5% ao ano - acionando o chamado "gatilho" para a mudança. Pela regra anterior, que vigorava desde 1991, a poupança não podia render menos de 6,17% ao ano, mais TR. A nova regra vale somente para depósitos feitos de 4 de maio em diante. A modalidade continua isenta do Imposto de Renda e sem a cobrança de taxa de administração.
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